sábado, 8 de março de 2014

Dona

Roupa Nova

Dona desses traiçoeiros 
Sonhos sempre verdadeiros 
Oh! Dona desses animais 
Dona dos seus ideais
 
Pelas ruas onde andas
Onde mandas todos nós
Somos sempre mensageiros
Esperando tua voz


Teus desejos, uma ordem
Nada é nunca, nunca é não
Porque tens essa certeza
Dentro do teu coração


Tan, tan, tan, batem na porta
Não precisa ver quem é
Pra sentir a impaciência
Do teu pulso de mulher


Um olhar me atira à cama
Um beijo me faz amar
Não levanto, não me escondo
Porque sei que és minha
Dona!!!


Dona desses traiçoeiros
Sonhos sempre verdadeiros
Oh! Dona desses animais
Dona dos seus ideais


Não há pedra em teu caminho
Não há ondas no teu mar
Não há vento ou tempestade
Que te impeçam de voar


Entre a cobra e o passarinho
Entre a pomba e o gavião
Ou teu ódio ou teu carinho
Nos carregam pela mão


É a moça da Cantiga
A mulher da Criação
Umas vezes nossa amiga
Outras nossa perdição


O poder que nos levanta
A força, que nos faz cair
Qual de nós ainda não sabe
Que isso tudo te faz
Dona! Dona!
Dona! Dona! Dona!

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