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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Horas de Almugavar

 Foto: Reprodução

Este livro de horas foi produzido entre 1510 e 1520 para um membro da família Almugavar (ou Almogàver), da Catalunha, cujo brasão aparece ao longo do manuscrito nas bordas das suntuosas miniaturas de página inteira. Há 25 miniaturas policrômicas de página inteira (três estão faltando), das quais seis foram extraídas da estrutura original do livro após partes de algumas miniaturas terem sido removidas e, em seguida, devolvidas ao manuscrito, sendo coladas sobre fólios de cartolina grossa. Também há 18 incipits de página inteira, dos quais três incluem vinhetas historiadas, além de vários fólios com bordas de motivos florais elaboradas. O número significativo de festividades associadas à cidade de Barcelona ajuda a reafirmar a atribuição espanhola do manuscrito, embora o estilo da decoração tenha sido claramente influenciado pelo desenho flamengo contemporâneo.

Partilho com vocês este artigo que encontrei, aqui, enquanto passeava pela formação histórica e cultural de Barcelona :)

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Coletânea de Textos sobre a Astronomia, Matemática e as Ciências Naturais

Foto: Reprodução


Este manuscrito é uma coletânea de textos sobre a astronomia matemática e as ciências naturais, datado do início do século IX. As iluminuras apresentam conteúdo majoritariamente astronômico e têm como base modelos da antiguidade tardia. Elas incluem as ocupações dos 12 meses, que são as mais antigas iluminuras medievais do tipo ainda existentes (verso do fólio 91); um mapa astronômico (verso do fólio 113); as constelações (verso do fólio 115 ao anverso do fólio 121); e os 12 ventos (anverso do fólio 139). O manuscrito foi copiado em Salzburgo, aparentemente a partir de um exemplar advindo do norte da França, e se presume que esteve em posse do mosteiro beneditino de São Emerano de Ratisbona (atual Regensburgo), na Baviera, durante o período medieval.

Partilho com vocês este artigo que encontrei, aqui, quando pesquisava essa Coletânea acerca da Astronomia, Matemática e Ciências Naturais :)

sexta-feira, 18 de março de 2016

Livro das Horas

Foto: Reprodução

O Livro das Horas era um livro de oração para os laicos, criado nos fins da idade média, na Europa, e utilizado nas devoções particulares. Estas obras eram, muitas vezes, personalizadas para usuários individuais e iluminadas com pinturas em miniaturas que descreviam a vida de Cristo, da Virgem Maria e dos santos. O texto incluía um calendário com os dias das festas litúrgicas e uma série de orações a serem recitadas oito vezes por dia, conforme a prática estabelecida. No início do período renascentista a popularidade do Livro das Horas demonstrava o interesse, cada vez maior, dos laicos em falar diretamente com Deus e os santos e não exclusivamente através da Igreja e do clero ordenado. Este manuscrito do Livro das Horas, da França do início do século XVI, foi escrito em velino de pele e inclui pinturas em miniaturas, sendo 16 grandes e 26 pequenas, todas iluminadas em ouro e pintadas em ricas cores primárias. Foi ornada de títulos e marcas de parágrafos em tinta azul e vermelha, e escrita em delicadas letras romanas da mais alta qualidade. Tanto o texto como as iluminações são atribuídas à oficina parisiense de Geoffroy Tory.

Encontrei este artigo aqui, referente ao Livro das horas, também chamado de Livro de horas ou, ainda, Livro missal.

Tal livro data do final da Idade de Média e continha o calendário das festas e dos santos, as Horas da Virgem, da Cruz, do Espírito Santo e dos mortos (Liturgia das Horas), as orações comuns e os salmos penitenciais.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

O Incêndio na Igreja de Nossa Senhora

Foto Reprodução 

Essa imagem de cores vívidas mostra o incêndio na Igreja de Nossa Senhora, a catedral de Copenhague, na noite de 4-5 de setembro de 1807, durante a guerra Anglo-dinamarquesa em 1807-1814. Os ingleses iniciaram a guerra em agosto de 1807, depois que os dinamarqueses se recusaram a entregar suas frotas que os britânicos temiam cair nas mãos da França Napoleônica. As tropas inglesas desembarcaram em solo dinamarquês em 2 de setembro e começara um bombardeio de três dias na cidade. Na terceira noite do ataque, a torre da catedral foi incendiada e queimou, desabando em algumas horas. Essa impressão de G.L. Lahde (1765–1833) baseia-se na pintura de 1807 de C.W. Eckersberg (1783–1853), que capturou a conflagração como vista em uma rua próxima. A Igreja de Nossa Senhora remonta a 1209, quando o santuário original foi construído de calcário no ponto mais alto da cidade. A igreja original foi destruída em um incêndio e reconstruída em 1316. Ela incendiou novamente no grande incêndio de 1728, mas foi novamente reconstruída em 1738. Mais tarde, foi reconstruída em 1807, depois do incêndio. Eckersberg estudou com Jacques-Louis David (1748-1825) em Paris, trabalhou em Roma e, em 1818, foi nomeado professor na Academia de Belas Artes de Copenhague. Ele é conhecido como o "pai da pintura dinamarquesa" por seu trabalho e influência na geração mais nova de pintores dinamarqueses. 

A Igreja de nossa Senhora, na Dinamarca, foi destruída algumas vezes durante a sua existência para, em seguida, ser reconstruída como narra o relato acima...

Partilho com vocês este artigo que encontrei aqui :)