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terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Impressionismo

 Pierre-Auguste Renoir - Porträt der Madame Henriot, 1876

 

 Edouard Manet - O cantor espanhol, 1860

 Oscar-Claude Monet - Impression, soleil levant, 1872

 Almeida Júnior - Saudade, 1899

Eliseu Visconti - Moça no Trigal, 1916

Impressionismo foi um movimento artístico que surgiu na pintura francesa do século XIX. O nome do movimento é derivado da obra Impressão, nascer do sol (1872), de Claude Monet. Tudo começou com um grupo de jovens pintores que rompeu com as regras da pintura vigentes até então.

Os autores impressionistas não se preocupavam mais com os preceitos do Realismo ou da academia. A busca pelos elementos fundamentais de cada arte levou os pintores impressionistas a pesquisar a produção pictórica não mais interessados em temáticas nobres ou no retrato fiel da realidade, mas em ver o quadro como obra em si mesma. A luz e o movimento utilizando pinceladas soltas tornam-se o principal elemento da pintura, sendo que geralmente as telas eram pintadas ao ar livre para que o pintor pudesse capturar melhor as variações de cores da natureza.

A emergente arte visual do impressionismo foi logo seguida por movimentos análogos em outros meios quais ficaram conhecidos como, música impressionista e literatura impressionista. 

Características 

Orientações gerais que caracterizam a pintura impressionista:
- a pintura deve mostrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz do sol num determinado momento, pois as cores da natureza mudam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol;
- é também, com isto, uma pintura instantânea (captação o momento), recorrendo, inclusivamente, à fotografia;
- as figuras não devem ter contornos nítidos pois o desenho deixa de ser o principal meio estrutural do quadro, passando a ser a mancha/cor;
- as sombras devem ser luminosas e coloridas, tal como é a impressão visual que nos causam. O preto jamais é usado em uma obra impressionista plena;
- os contrastes de luz e sombra devem ser obtidos de acordo com a lei das cores complementares. Assim um amarelo próximo a um violeta produz um efeito mais real do que um claro-escuro muito utilizado pelos academicistas no passado. Essa orientação viria dar mais tarde origem ao pontilhismo;
as cores e tonalidades não devem ser obtidas pela mistura de pigmentos. Pelo contrário,devem ser puras e dissociadas no quadro em pequenas pinceladas. É o observador que, ao admirar a pintura, combina as várias cores, obtendo o resultado final. A mistura deixa, portanto, de ser técnica para se tornar óptica;
- preferência pelos pintores em representar uma natureza morta a um objeto;
- Valorização de decomposição das cores.

Entre os principais expoentes do Impressionismo estão Claude Monet, Edouard Manet, Edgar Degas, Auguste Renoir, Alfred Sisley e Camille Pissarro . Podemos dizer ainda que Claude Monet foi um dos maiores artistas da pintura impressionista da época.

Orientações gerais que caracterizam o impressionista:
- rompe completamente com o passado;
- inicia pesquisas sobre a óptica e os efeitos (ilusões) ópticos;
- é contra a cultura tradicional;
- pertence a um grupo individualizado;
- falam de arte, sociedade, etc: não concordam com as mesmas coisas porém discordam do mesmo;
- vão pintar para o exterior, algo bastante mais fácil com a evolução da indústria, nomeadamente, telas com mais formatos, tubos com as tintas, entre outras coisas. 

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Impressionismo

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Diego Velázquez: Obras Perfeitas

Outro dia folheava um livro e me deparei com belíssimas reproduções de Diego Velázquez...

Em uma exposição dele, há alguns anos, vi uma tela belíssima, mas não consigo lembrar o nome da obra!!!

Bom... Vou deixar de blá-blá-blá e colocar algo sobre o pintor e a sua arte que retirei daqui :)

Diego Rodrigues da Silva y Velázquez (Sevilha, 6 de Junho de 1599Madrid, 6 de Agosto de 16603 4 5 6 ) foi um pintor espanhol e principal artista da corte do Rei Filipe IV de Espanha. Era um artista individualista do período barroco contemporâneo, importante como um retratista7 . Além de inúmeras interpretações de cenas de significado histórico e cultural, pintou inúmeros retratos da família real espanhola, outras notáveis figuras europeias e plebeus, culminando na produção de sua obra-prima, Las Meninas (1656)3 .

Desde o primeiro quarto do século XIX, a obra de Velázquez foi um modelo para os pintores realistas e impressionistas, em especial Édouard Manet5 que chegou a afirmar que Velázquez era o "pintor dos pintores"5 . Desde essa época, os artistas mais modernos, incluindo os espanhóis Pablo Picasso1 e Salvador Dalí, bem como o pintor anglo-irlandês Francis Bacon1 , que homenageou Velázquez recriando várias de suas obras mais famosas.7

A grande maioria dos seus quadros estão no Museu do Prado

Coroação da Virgem, 1641–42 

Retrato eqüestre do Conde-Duque de Olivares, 1634 

 Santa Rufina, 1630 ou 1640

Vênus olhando-se ao espelho, 1647–51 

Las Meninas, 1656

domingo, 26 de maio de 2013

Emilio Pettoruti

Oba!!! Conheci mais um pintor pela internet...

Tudo começou quando procurei um pouco mais sobre a arte na Argentina e, voilá, encontrei um blog sobre artes!!!

No blog, encontrei Emilio Pettoruti, um pintor argentino nascido em La Plata e falecido em Paris... Vejam mais sobre o pintor e a sua arte aqui :)

Emilio Pettoruti, pintor argentino, (La Plata, 1 de Octubre de 1894-París, 16 de Octubre de 1971). Formado en la Academia de Bellas Artes de su ciudad natal, es en 1913 tras recibir una beca del gobierno provincial de Buenos Aires cuando da por iniciado su periplo por Europa; llega a Venecia y en breve recorre la geografía italiana. A mediados de la década (1916), presenta su primera exposición de forma individual en la Galería Gonelli de Florencia, y dos años después fija su residencia en Roma. Asimismo, coincidiendo con el desarrollo de La Primera Guerra Mundial, entra en contacto con ilustres pintores italianos ta Ardengo Soffici o Giorgio De Chirico, entre otros. Tras diversas exposiciones en Italia, se muda a Munich en 1921 y entra en contacto con las vanguardias alemanas. Luego pasa una corta estancia en Francia, manteniendo relación con Juan Gris y Pablo Picasso en la capital parisina, amistades fundamentales en su formación artística. A partir de 1924 retorna a Buenos Aires como cubista convencido, exponiendo a su llegada en el Salón Witcomb, hecho que genera un gran  escándalo en el país donde se le acusa de intentar destruir todo el previo arte nacional (La crítica descalifica todas y cada una de sus obras, sin alguna distinción),  debido a unos trabajos en las que refleja el dominio de un estilo enteramente vanguardista. Compaginando su trayectoria profesional, con diversas conferencias y simposios para dar a conocer las vanguardias europeas en Argentina, es nombrado en 1931 director del Museo de Bellas Artes de su ciudad natal, cargo que desempeña durante 17 años. 

A lo largo de la década de los cuarenta y ya con reconocido prestigio en su país, recorre los principales museos estadounidenses siendo adquiridas algunas de sus obras por el Museo de Arte Moderno de Nueva York (MOMA) y el Museo de Arte de San Francisco. En los cincuenta fija su residencia en París, ciudad en la que fallecerá en 1971. Entre los galardones más relevantes que le fueron concedidos en su carrera destaca el de La Fundación Guggenhain de Nueva York en 1956. Su obra, influida y determinada por las vanguardias europeas, evolucionó progresivamente a raíz del cubismo y el futurismo, hacia la abstracción de su última etapa europea. A destacar, la elevada cotización de sus obras dentro del mercado del arte donde han alcanzado cifras récord para un artista argentino. Tal y como quedó patente en una de las más recientes subastas.

La canción del pueblo, 1927

Pensierosa, 1920

Sifón, 1915

Sol argentino, 1941

 SombrasVentana, 1925 2

terça-feira, 26 de março de 2013

Para Encher os Olhos =)

Gustav Klimt, Portrait of Helene Klimt, 1898
  
Vincent van Gogh, Girl Kneeling by a Cradle, 1883
  
 
Viktor Schramm

Nikolay Bogdanov-Belsky, First Lesson
  
William-Adolphe Bouguereau, The Madonna of the Lilies, 1899