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segunda-feira, 15 de junho de 2020

Canjica ou Curau

Canjica, também conhecida como curau ou jimbelê, é uma iguaria típica da culinária brasileira, sendo um prato típico das Festas Juninas. O termo é oriundo do quimbundo – que vem a ser uma das língua bantu mais faladas em Angola - “kanjika”.

Doce, pastosa e de origem africana, tem como principais ingredientes creme de milho verde, leite de vaca ou de cocoaçúcar e canela em pó ou em casca.

Na região Nordeste do Brasil o prato é conhecido como canjica, enquanto nas regiões de cultura caipira e no interior do estado do Rio de Janeiro é denominado de curau e papa de milho. Já na cidade do Rio de Janeiro é chamado de canjiquinha.

Ah... Amei a forma como essa receita foi descrita, no site Panelinha!

E é assim mesmo: se você, por acaso, já esteve no Nordeste durante o período junino, e comeu a canjica, sempre irá se lembrar dela com o carinho de quem relembra alguma iguaria especial.

Por isso, transcreverei a receita ipsis litteris! Bom apetite J

 Foto Reprodução

Essa receita equivale a uma passagem sem escala para a praça na cidade do interior. Tempo de viagem: 30 minutos. É viagem expressa para o puro creme do milho do repertório culinário brasileiro.

Ingredientes:

4 espigas de milho (cerca de 3 xícaras (chá) grãos debulhados)
2 xícaras (chá) de leite
¾ de xícara (chá) de açúcar
canela em pó a gosto para polvilhar

Modo de Preparo:

Descarte a palha, o cabelo e lave bem as espigas de milho sob água corrente. Para debulhar as espigas: na tábua (ou dentro de uma assadeira grande), apoie a espiga de milho de pé e com uma faca corte os grãos de milho para debulhar (se preferir, utilize um extrator de grãos próprio para milho).

No liquidificador, bata o milho com o leite até triturar bem. Sobre uma panela, passe o leite batido por uma peneira, pressionando com as costas de uma colher para extrair bem todo o líquido – descarte o bagaço.

Misture o açúcar, leve ao fogo médio e mexa com um batedor de arame até começar a ferver. Abaixe o fogo e continue mexendo por mais 5 minutos, até formar um creme grosso – o curau engrossa de repente, se começar a empelotar ou grudar no fundo da panela, retire do fogo e mexa vigorosamente com o batedor.

Com uma concha, distribua o creme em seis tigelas individuais e leve para a geladeira. Deixe esfriar por pelo menos 1 hora. Sirva polvilhado com canela em pó.

sábado, 1 de junho de 2019

Viva São João!!!



O São João está chegando... Época de muita festa no Nordeste, todos os Estados comemoram os Santos de devoção e, para não perder a tradição, segue a vinheta que melhor representa a cultura, os costumes e a religiosidade do nosso povo  ♡♡♡

quarta-feira, 23 de maio de 2018

São João 2018 ♡♡♡



Não tem como esconder: amo o São João do Nordeste!!!

Só faltam trinta dias para comemorar os Santos de devoção do povo Nordestino  e, para não perder a tradição, segue a vinheta que melhor representa a cultura, os costumes e a religiosidade do nosso povo  ♡♡♡

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Acho Lindo...





Fotos Pinterest 

Ah... Eu acho o artesanato do Nordeste muito lindo e rico!!! Amo a história que as peças contam e admiro bastante a história de cada artesão por trás de cada peça... 

E sempre acho que existe espaço, nem que seja para uma única peça, em uma estante ou aparador em minha casa, mas a minha próxima aquisição será uma "Namoradeira" :)

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Horas de Almugavar

 Foto: Reprodução

Este livro de horas foi produzido entre 1510 e 1520 para um membro da família Almugavar (ou Almogàver), da Catalunha, cujo brasão aparece ao longo do manuscrito nas bordas das suntuosas miniaturas de página inteira. Há 25 miniaturas policrômicas de página inteira (três estão faltando), das quais seis foram extraídas da estrutura original do livro após partes de algumas miniaturas terem sido removidas e, em seguida, devolvidas ao manuscrito, sendo coladas sobre fólios de cartolina grossa. Também há 18 incipits de página inteira, dos quais três incluem vinhetas historiadas, além de vários fólios com bordas de motivos florais elaboradas. O número significativo de festividades associadas à cidade de Barcelona ajuda a reafirmar a atribuição espanhola do manuscrito, embora o estilo da decoração tenha sido claramente influenciado pelo desenho flamengo contemporâneo.

Partilho com vocês este artigo que encontrei, aqui, enquanto passeava pela formação histórica e cultural de Barcelona :)

segunda-feira, 20 de junho de 2016

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Coletânea de Textos sobre a Astronomia, Matemática e as Ciências Naturais

Foto: Reprodução


Este manuscrito é uma coletânea de textos sobre a astronomia matemática e as ciências naturais, datado do início do século IX. As iluminuras apresentam conteúdo majoritariamente astronômico e têm como base modelos da antiguidade tardia. Elas incluem as ocupações dos 12 meses, que são as mais antigas iluminuras medievais do tipo ainda existentes (verso do fólio 91); um mapa astronômico (verso do fólio 113); as constelações (verso do fólio 115 ao anverso do fólio 121); e os 12 ventos (anverso do fólio 139). O manuscrito foi copiado em Salzburgo, aparentemente a partir de um exemplar advindo do norte da França, e se presume que esteve em posse do mosteiro beneditino de São Emerano de Ratisbona (atual Regensburgo), na Baviera, durante o período medieval.

Partilho com vocês este artigo que encontrei, aqui, quando pesquisava essa Coletânea acerca da Astronomia, Matemática e Ciências Naturais :)