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trazer um sopro de leveza ao meu dia a dia... Sem qualquer pretensão de ser melhor, ou pior, apenas único! Dá uma espiadinha aí abaixo :)
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quarta-feira, 2 de novembro de 2022
segunda-feira, 22 de março de 2021
quinta-feira, 22 de março de 2018
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
segunda-feira, 2 de novembro de 2015
Dia de Saudades...
– Senhor que
perdoais os pecados e quereis a salvação de todos os homens: por intercessão da
Virgem Maria e de todos os santos, dai a todos os que já partiram deste mundo,
particularmente nossos pais, irmãos, parentes e benfeitores, a alegria da
bem-aventurada eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho na unidade do
Espírito Santo. Amém.
– Que as almas de todos os fiéis defuntos pela misericórdia de Deus descansem em paz. Amém.
– Que as almas de todos os fiéis defuntos pela misericórdia de Deus descansem em paz. Amém.
Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória ao Pai.
– Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno. E brilhe para eles a vossa Luz. Descansem em paz.
Amém!
sábado, 2 de novembro de 2013
Requiem
Getty Images - Foto Steve Allen
Dai-lhes,
Senhor, o descanso eterno
E a luz perpétua os ilumine
Descansem em paz.
Amém.
E a luz perpétua os ilumine
Descansem em paz.
Amém.
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
A Um Ausente
Tenho razão de sentir saudade,
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste
Carlos Drummond de Andrade
tenho razão de te acusar.
Houve um pacto implícito que rompeste
e sem te despedires foste embora.
Detonaste o pacto.
Detonaste a vida geral, a comum aquiescência
de viver e explorar os rumos de obscuridade
sem prazo sem consulta sem provocação
até o limite das folhas caídas na hora de cair.
Antecipaste a hora.
Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas horas.
Que poderias ter feito de mais grave
do que o ato sem continuação, o ato em si,
o ato que não ousamos nem sabemos ousar
porque depois dele não há nada?
Tenho razão para sentir saudade de ti,
de nossa convivência em falas camaradas,
simples apertar de mãos, nem isso, voz
modulando sílabas conhecidas e banais
que eram sempre certeza e segurança.
Sim, tenho saudades.
Sim, acuso-te porque fizeste
o não previsto nas leis da amizade e da natureza
nem nos deixaste sequer o direito de indagar
porque o fizeste, porque te foste
Carlos Drummond de Andrade
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Love You... Always...
Hoje é o seu aniversário... Pensei em você o dia todo...
Amo você... Sempre amarei... E por todo o sempre, pai...
Muito obrigada por tudo... E até algum dia...
terça-feira, 1 de maio de 2012
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