Emílio Santiago
Ah!
Se o mundo inteiro
Me pudesse ouvir
Tenho muito prá contar
Dizer que aprendi...
E na vida a gente
Tem que entender
Que um nasce prá sofrer
Enquanto o outro ri..
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...
Mas quem sofre
Sempre tem que procurar
Pelo menos vir achar
Razão para viver...
Ver na vida algum motivo
Prá sonhar
Ter um sonho todo azul
Azul da cor do mar...
trazer um sopro de leveza ao meu dia a dia... Sem qualquer pretensão de ser melhor, ou pior, apenas único! Dá uma espiadinha aí abaixo :)
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quarta-feira, 20 de março de 2013
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Estão Voltando as Flores
Emílio Santiago
Vê,
estão voltando as flores
Vê, nessa manhã tão linda
Vê, como é bonita a vida
Vê, há esperança ainda
Vê, as nuvens vão passando
Vê, um novo céu se abrindo
Vê, o sol iluminando
Por onde nós vamos indo
Vê, nessa manhã tão linda
Vê, como é bonita a vida
Vê, há esperança ainda
Vê, as nuvens vão passando
Vê, um novo céu se abrindo
Vê, o sol iluminando
Por onde nós vamos indo
domingo, 22 de julho de 2012
E Era Copacabana
Emílio Santiago
Noites febris
Tempos gentis
Eu já fui tão feliz
Mais do que eu quis
Mais que eu pude querer
E era Copacabana
Tempos gentis
Eu já fui tão feliz
Mais do que eu quis
Mais que eu pude querer
E era Copacabana
Loucas paixões
Tantas canções
Eu já tive ilusões
Momentos bons
E hoje com meus botões
Penso que nada mais me engana
Tantas canções
Eu já tive ilusões
Momentos bons
E hoje com meus botões
Penso que nada mais me engana
Foi num tempo em que tudo demais
Tempos atrás
Quimera fugaz
Sonhos de paz
E promessas banais
Mera fumaça que a vida desfaz
Igual a um puro Havana
Tempos atrás
Quimera fugaz
Sonhos de paz
E promessas banais
Mera fumaça que a vida desfaz
Igual a um puro Havana
Caminhando pelas ruas assim
Dentro de mim
Nem penso ao que vim
Penso que a vida
Nem sempre é ruim
É só enredo de mau folhetim
A vida é simplesmente humana
Dentro de mim
Nem penso ao que vim
Penso que a vida
Nem sempre é ruim
É só enredo de mau folhetim
A vida é simplesmente humana
E era Copacabana
Foi num tempo em que tudo demais
Tempos atrás
Quimera fugaz
Sonhos de paz
E promessas banais
Mera fumaça que a vida desfaz
Igual a um puro Havana
Tempos atrás
Quimera fugaz
Sonhos de paz
E promessas banais
Mera fumaça que a vida desfaz
Igual a um puro Havana
Caminhando pelas ruas assim
Dentro de mim
Nem penso ao que vim
Penso que a vida
Nem sempre é ruim
É só enredo de mau folhetim
A vida é simplesmente humana
Dentro de mim
Nem penso ao que vim
Penso que a vida
Nem sempre é ruim
É só enredo de mau folhetim
A vida é simplesmente humana
segunda-feira, 12 de março de 2012
O Fantasma da Ópera
Olha nos meus olhos
Esquece o que passou
Aqui neste momento
Silêncio e sentimento
Sou o teu poeta
Eu sou o teu cantor
Teu rei e teu escravo
Teu rio e tua estrada...
Esquece o que passou
Aqui neste momento
Silêncio e sentimento
Sou o teu poeta
Eu sou o teu cantor
Teu rei e teu escravo
Teu rio e tua estrada...
Vem comigo
Meu amado amigo
Nessa noite
Clara de verão
Seja sempre
O meu melhor presente
Seja tudo sempre, como é
É tudo que se quer...
Meu amado amigo
Nessa noite
Clara de verão
Seja sempre
O meu melhor presente
Seja tudo sempre, como é
É tudo que se quer...
Leve como o vento
Quente como o sol
Em paz na claridade
Sem medo e sem saudade...
Quente como o sol
Em paz na claridade
Sem medo e sem saudade...
Livre como um sonho
Alegre como a luz
Desejo e fantasia
Em plena harmonia...
Alegre como a luz
Desejo e fantasia
Em plena harmonia...
Eu sou teu homem
Sou teu pai, teu filho
Sou teu pai, teu filho
Sou aquele que te tem amor
Sou teu par
Teu melhor amigo
Vou contigo
Seja aonde for
E onde estiver estou...
Sou teu par
Teu melhor amigo
Vou contigo
Seja aonde for
E onde estiver estou...
Vem comigo
Meu amado amigo
Sou teu barco
Neste mar de amor
Sou a vela
Que te leva longe
Da tristeza eu sei
Eu vou
E onde estiver, estou...
Meu amado amigo
Sou teu barco
Neste mar de amor
Sou a vela
Que te leva longe
Da tristeza eu sei
Eu vou
E onde estiver, estou...
E onde estiver, estou!
domingo, 27 de novembro de 2011
40 Anos
Emílio Santiago
São 40 anos de aventura
Desde que mãe teve a doçura
De dar a luz pra esse seu nego
E a vida cheia de candura
Botou canção nesses meus dedos
E me entregou uma partitura
Pra eu tocar o meu enredo
Sei que às vezes quase desatino
Mas esse é o meu jeito latino
Meio Zumbi, Peri, D. Pedro
Me emociona um violino
Mas também já chorei de medo
Como chorei ouvindo o Hino
Quando morreu Tancredo
Dos 40 anos de aventuras
Só 20 são de ditadura
E eu dormi, peguei no sono,
E acordei no abandono
E o país tava sem dono
E nós fora da lei
Quem se apaixonou por Che Guevara
Até levou tapa na cara,
Melhor é mudar de assunto
Vamos enterrar esse defunto
Melhor lembrar de Madalena
De Glauber Rocha no cinema
Das cores desse mundo
Jimmy, Janis, Joplin e John Lennon
Meu Deus, o mundo era pequeno
E eu curtia no sereno
Gonzaguinha e Nascimento
O novo renascimento
Que o galo cantava
"Ava Canoeiro", "Travessia"
Zumbi no "Opinião" sorria,
De Elis surgia uma estrela
Comprei ingressos só pra vê-la
Levei a minha namorada
Com quem casei na "Disparada"
Só para não perdê-la
Lavei com meus prantos os desatinos
Pra conversar com meus meninos
Sobre heróis da liberdade
De Agostinho de Luanda
A Buarque de Holanda
Foram sóis na tempestade
Mesmo escondendo tristes fatos
Curti o tricampeonato
Meu Deus, também sou batuqueiro
Pois eu nasci em fevereiro
E o carnaval tá no meu sangue
Sou dos palácios, sou do mangue,
Enfim sou brasileiro
Sou Ayrton Senna, eu sou Hortência
Dou de lambuja a minha vidência
Não conheço maior fé
Que a de Chico Xavier
Que para Deus já é Pelé
Que é o nosso rei da bola
Quem tem Raoni, tem Amazônia
Se está sofrendo de insônia
É por que tem cabeça fraca
Ou está deitado eternamente
Em berço esplêndido, ou é babaca
Ou está mamando nessa vaca
O leite dos inocentes
Vamos ensaiar, oh... minha gente,
Botar nosso Brasil pra frente
laia, laia, laia, laia...
São 40 anos de aventura
Desde que mãe teve a doçura
De dar a luz pra esse seu nego
E a vida cheia de candura
Botou canção nesses meus dedos
E me entregou uma partitura
Pra eu tocar o meu enredo
Sei que às vezes quase desatino
Mas esse é o meu jeito latino
Meio Zumbi, Peri, D. Pedro
Me emociona um violino
Mas também já chorei de medo
Como chorei ouvindo o Hino
Quando morreu Tancredo
Dos 40 anos de aventuras
Só 20 são de ditadura
E eu dormi, peguei no sono,
E acordei no abandono
E o país tava sem dono
E nós fora da lei
Quem se apaixonou por Che Guevara
Até levou tapa na cara,
Melhor é mudar de assunto
Vamos enterrar esse defunto
Melhor lembrar de Madalena
De Glauber Rocha no cinema
Das cores desse mundo
Jimmy, Janis, Joplin e John Lennon
Meu Deus, o mundo era pequeno
E eu curtia no sereno
Gonzaguinha e Nascimento
O novo renascimento
Que o galo cantava
"Ava Canoeiro", "Travessia"
Zumbi no "Opinião" sorria,
De Elis surgia uma estrela
Comprei ingressos só pra vê-la
Levei a minha namorada
Com quem casei na "Disparada"
Só para não perdê-la
Lavei com meus prantos os desatinos
Pra conversar com meus meninos
Sobre heróis da liberdade
De Agostinho de Luanda
A Buarque de Holanda
Foram sóis na tempestade
Mesmo escondendo tristes fatos
Curti o tricampeonato
Meu Deus, também sou batuqueiro
Pois eu nasci em fevereiro
E o carnaval tá no meu sangue
Sou dos palácios, sou do mangue,
Enfim sou brasileiro
Sou Ayrton Senna, eu sou Hortência
Dou de lambuja a minha vidência
Não conheço maior fé
Que a de Chico Xavier
Que para Deus já é Pelé
Que é o nosso rei da bola
Quem tem Raoni, tem Amazônia
Se está sofrendo de insônia
É por que tem cabeça fraca
Ou está deitado eternamente
Em berço esplêndido, ou é babaca
Ou está mamando nessa vaca
O leite dos inocentes
Vamos ensaiar, oh... minha gente,
Botar nosso Brasil pra frente
laia, laia, laia, laia...
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