trazer um sopro de leveza ao meu dia a dia... Sem qualquer pretensão de ser melhor, ou pior, apenas único! Dá uma espiadinha aí abaixo :)
sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
quinta-feira, 30 de novembro de 2017
Das Utopias
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
domingo, 26 de novembro de 2017
Árvores de Natal :D
Fotos Pinterest
Novembro... O ano está terminando e o clima
natalino começa a aparecer em quase todos os lugares, com enfeites natalinos e presentes a serem trocados na véspera do Natal..
Mas, o que realmente importa, é celebrar o nascimento de
Cristo e pôr em prática tudo o que Ele nos ensinou, sem esquecer que os
presentes trocados celebram o nascimento de quem deu a sua vida por nós!!!
Como não podia deixar de ser, aproveito para postar fotos de algumas árvores lindas :)
Como não podia deixar de ser, aproveito para postar fotos de algumas árvores lindas :)
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Can't Stop The Feeling
Justin Timberlake
I got
this feeling inside my bones
It
goes electric, wavey when I turn it on
All
through my city, all through my home
We're
flying up, no ceiling, when we in our zone
I got
that sunshine in my pocket
Got
that good soul in my feet
I
feel that hot blood in my body when it drops
I
can't take my eyes up off it, moving so phenomenally
Room
on lock, the way we rock it, so don't stop
And
under the lights when everything goes
Nowhere
to hide when I'm getting you close
When
we move, well, you already know
So
just imagine, just imagine, just imagine
Nothing
I can see but you when you dance, dance, dance
A
feeling good, good, creeping up on you
So
just dance, dance, dance, come on
All
those things I shouldn't do
But
you dance, dance, dance
And
ain't nobody leaving soon, so keep dancing
I
can't stop the feeling
So
just dance, dance, dance
I can't
stop the feeling
So
just dance, dance, dance, come on
Ooh,
it's something magical
It's
in the air, it's in my blood, it's rushing on
I
don't need no reason, don't need control
I fly
so high, no ceiling, when I'm in my zone
'Cause
I got that sunshine in my pocket
Got
that good soul in my feet
I
feel that hot blood in my body when it drops
I
can't take my eyes up off it, moving so phenomenally
Room
on lock, the way we rock it, so don't stop
And
under the lights when everything goes
Nowhere
to hide when I'm getting you close
When
we move, well, you already know
So
just imagine, just imagine, just imagine
Nothing
I can see but you when you dance, dance, dance
Feeling
good, good, creeping up on you
So
just dance, dance, dance, come on
All
those things I shouldn't do
But
you dance, dance, dance
And
ain't nobody leaving soon, so keep dancing
I
can't stop the feeling
So
just dance, dance, dance
I
can't stop the feeling
So
just dance, dance, dance
I
can't stop the feeling
So
just dance, dance, dance
I
can't stop the feeling
So
keep dancing, come on
I
can't stop the, I can't stop the
I
can't stop the, I can't stop the
I
can't stop the feeling
Nothing
I can see but you when you dance, dance, dance
(I
can't stop the feeling)
Feeling
good, good, creeping up on you
So
just dance, dance, dance, come on
(I
can't stop the feeling)
All
those things I shouldn't do
But
you dance, dance, dance
(I
can't stop the feeling)
And
ain't nobody leaving soon, so keep dancing
Everybody
sing
(I can't
stop the feeling)
Got
this feeling in my body
(I
can't stop the feeling)
Got
this feeling in my body
(I
can't stop the feeling)
Wanna
see you move your body
(I
can't stop the feeling)
Got
this feeling in my body
Break
it down
Got
this feeling in my body
Can't
stop the feeling
Got
this feeling in my body
Can't
stop the feeling
Got
this feeling in my body, come on
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Sabino Guimarães Coêlho (parte 2)
Aqui está a segunda
parte da matéria, escrita pelo professor Francelino Soares, sobre o meu avô,
Sabino Guimarães Coêlho, para o site Coisas de Cajazeiras.
Vovô Sabino, além de um
líder, sempre será motivo de grande orgulho para toda a nossa família!
FRANCELINO SOARES 19/11/2017
Sabino não chegou a obter uma formatura superior, mas tornou-se um agrimensor, autodidata de mão-cheia, cujos serviços foram absorvidos pelo DNOCS, participando, ativa e profissionalmente, da construção dos açudes de São Gonçalo, Coremas, Condado e do nosso Boqueirão (Engenheiro Ávidos).
Após sua saída daquela repartição federal, o que ocorreu por vontade própria, criou uma firma, em sociedade com o seu amigo José Bezerra (Zé Bezerra Construtor), tendo os dois se dedicado à construção de vários açudes pela região circunvizinha.
A estória da barba, ele a cultivava desde a adolescência, não provavelmente por inspiração dos líderes bolcheviques. Os seus ideais de vida se baseavam nos conceitos aprendidos em obras lidas, mas, sobretudo, na máxima que ele tinha como lema: “Quem não trabalha não come”; Para ele, tal aforismo seria o reflexo de que somente com trabalho, educação e alimentos é que se fazem cidadãos de bem e honrados.
Quando, após o célebre comício de João Goulart (Jango), vingou o movimento militar de 31 de março de 1964, alguém, conterrâneo e contemporâneo seu, o denunciou aos patrocinadores da revolução e, então, começou o seu calvário.
Foi orquestrada uma “batida” em sua residência, localizada no final da Rua Dr. Coêlho, já nas embocaduras do Santo Antônio, imóvel ainda hoje pertencente à família e onde funciona a Escola Vitória Régia. Numa manhã, sem que ele estivesse em casa, três militares, comandados pelo Coronel Matusalém, uma troupe, armada de metralhadoras, invadiu a moradia, sendo recebidos por Vilma, na época funcionária do Banco Industrial de Campina Grande, que, comportando-se altivamente, prontificou-se a levá-los à sua famosa biblioteca, lotada de obras ditas subversivas. Inquirida se o seu pai era um subversivo, ela apenas retrucou que ele não o era, mas era sim um “nacionalista verde-amarelo”. A irmã Ivone calada estava e calada ficou. Ouviam-se apenas os protestos raivosos do cachorro Broto, presente do seu amigo Dr. Otacílio Jurema… Nada podia ser feito. Todos os livros foram confiscados e “… era uma vez, uma biblioteca”.
Não é verdade que o nosso personagem tenha-se evadido. Ele não estava na cidade, encontrando-se em missão de trabalho, lá pras bandas de alguma construção em cidades circunvizinhas. Foi então advertido por amigos e familiares sobre a necessidade de permanecer por lá, evitando uma arbitrária prisão. Dentre esses amigos, além dos próprios familiares, merece destaque o Dr. Valdemar Sena, em cuja propriedade Sabino agrimensurava obras de açudagem.
Nessa fase da vida, foi o seu irmão caçula, Zé Crispim, quem, servindo de conselheiro, o ciceroneou pelas paragens e fazendas do pai e de membros da família, localizadas pelas proximidades da Fazenda Queimada, situada na Serra do Padre (hoje município de Bernardino Batista) e pelas fronteiras do Ceará e Rio Grande do Norte. Nesses momentos de incertezas, prontificaram-se em atendê-lo tanto os seus familiares como os amigos Zé Leite (das Areias), Lourenço (do Dr. Fernandes) e Raimundo Ferreira, além de outros que lhe eram próximos.
Passados os primeiros ventos desse temporal, era chegada a hora de Sabino retomar a sua vida e retornar ao habitat de sua família. Para isso, foi decisiva a intervenção do amigo Dr. Otacílio Jurema que o acompanhou à 2ª Secção do Quartel do 15º Regimento de Infantaria, em Cruz das Armas, João Pessoa-PB, o que foi efeito de forma espontânea, uma vez que Sabino desejava retornar ao convívio familiar.
Seu irmão Zé Crispim havia recebido a ficha de Sabino por “obra e graça” do Sargento Ruy Leitão, irmão do escritor Deusdedit Leitão, para que se tomasse conhecimento do que nela constava. Cumpridas as formalidades exigidas pela ocasião, Sabino foi liberado, não se poupando de afirmar às autoridades militares que somente renunciaria às suas ideias “se lhe arrancassem a cabeça”.
Sabino legou à posteridade uma curiosa cartilha em que, como um precursor de Paulo Freire, pregava a convivência entre as classes que deveriam viver harmonicamente, sem diferenciação de cor, credo, status ou riqueza. Dizia ele que “era imprescindível a igualdade entre homens e mulheres, cujos direitos e obrigações devem ser recíprocos” e que “todos os cidadãos deviam aprender em casa, para não aprender na rua”.
Sabino, após enviuvar, depois de oito anos, casou-se, em segundas núpcias, com Francisca Rodrigues, com quem teve três filhas: Márcia Maria, Simone Márcia e Nadja. Deixou-nos em 27 de março de 1988, ocorrendo o seu desenlace no Hospital São Vicente de Paula, na Capital do Estado.
Sabino não chegou a obter uma formatura superior, mas tornou-se um agrimensor, autodidata de mão-cheia, cujos serviços foram absorvidos pelo DNOCS, participando, ativa e profissionalmente, da construção dos açudes de São Gonçalo, Coremas, Condado e do nosso Boqueirão (Engenheiro Ávidos).
Após sua saída daquela repartição federal, o que ocorreu por vontade própria, criou uma firma, em sociedade com o seu amigo José Bezerra (Zé Bezerra Construtor), tendo os dois se dedicado à construção de vários açudes pela região circunvizinha.
A estória da barba, ele a cultivava desde a adolescência, não provavelmente por inspiração dos líderes bolcheviques. Os seus ideais de vida se baseavam nos conceitos aprendidos em obras lidas, mas, sobretudo, na máxima que ele tinha como lema: “Quem não trabalha não come”; Para ele, tal aforismo seria o reflexo de que somente com trabalho, educação e alimentos é que se fazem cidadãos de bem e honrados.
Quando, após o célebre comício de João Goulart (Jango), vingou o movimento militar de 31 de março de 1964, alguém, conterrâneo e contemporâneo seu, o denunciou aos patrocinadores da revolução e, então, começou o seu calvário.
Foi orquestrada uma “batida” em sua residência, localizada no final da Rua Dr. Coêlho, já nas embocaduras do Santo Antônio, imóvel ainda hoje pertencente à família e onde funciona a Escola Vitória Régia. Numa manhã, sem que ele estivesse em casa, três militares, comandados pelo Coronel Matusalém, uma troupe, armada de metralhadoras, invadiu a moradia, sendo recebidos por Vilma, na época funcionária do Banco Industrial de Campina Grande, que, comportando-se altivamente, prontificou-se a levá-los à sua famosa biblioteca, lotada de obras ditas subversivas. Inquirida se o seu pai era um subversivo, ela apenas retrucou que ele não o era, mas era sim um “nacionalista verde-amarelo”. A irmã Ivone calada estava e calada ficou. Ouviam-se apenas os protestos raivosos do cachorro Broto, presente do seu amigo Dr. Otacílio Jurema… Nada podia ser feito. Todos os livros foram confiscados e “… era uma vez, uma biblioteca”.
Não é verdade que o nosso personagem tenha-se evadido. Ele não estava na cidade, encontrando-se em missão de trabalho, lá pras bandas de alguma construção em cidades circunvizinhas. Foi então advertido por amigos e familiares sobre a necessidade de permanecer por lá, evitando uma arbitrária prisão. Dentre esses amigos, além dos próprios familiares, merece destaque o Dr. Valdemar Sena, em cuja propriedade Sabino agrimensurava obras de açudagem.
Nessa fase da vida, foi o seu irmão caçula, Zé Crispim, quem, servindo de conselheiro, o ciceroneou pelas paragens e fazendas do pai e de membros da família, localizadas pelas proximidades da Fazenda Queimada, situada na Serra do Padre (hoje município de Bernardino Batista) e pelas fronteiras do Ceará e Rio Grande do Norte. Nesses momentos de incertezas, prontificaram-se em atendê-lo tanto os seus familiares como os amigos Zé Leite (das Areias), Lourenço (do Dr. Fernandes) e Raimundo Ferreira, além de outros que lhe eram próximos.
Passados os primeiros ventos desse temporal, era chegada a hora de Sabino retomar a sua vida e retornar ao habitat de sua família. Para isso, foi decisiva a intervenção do amigo Dr. Otacílio Jurema que o acompanhou à 2ª Secção do Quartel do 15º Regimento de Infantaria, em Cruz das Armas, João Pessoa-PB, o que foi efeito de forma espontânea, uma vez que Sabino desejava retornar ao convívio familiar.
Seu irmão Zé Crispim havia recebido a ficha de Sabino por “obra e graça” do Sargento Ruy Leitão, irmão do escritor Deusdedit Leitão, para que se tomasse conhecimento do que nela constava. Cumpridas as formalidades exigidas pela ocasião, Sabino foi liberado, não se poupando de afirmar às autoridades militares que somente renunciaria às suas ideias “se lhe arrancassem a cabeça”.
Sabino legou à posteridade uma curiosa cartilha em que, como um precursor de Paulo Freire, pregava a convivência entre as classes que deveriam viver harmonicamente, sem diferenciação de cor, credo, status ou riqueza. Dizia ele que “era imprescindível a igualdade entre homens e mulheres, cujos direitos e obrigações devem ser recíprocos” e que “todos os cidadãos deviam aprender em casa, para não aprender na rua”.
Sabino, após enviuvar, depois de oito anos, casou-se, em segundas núpcias, com Francisca Rodrigues, com quem teve três filhas: Márcia Maria, Simone Márcia e Nadja. Deixou-nos em 27 de março de 1988, ocorrendo o seu desenlace no Hospital São Vicente de Paula, na Capital do Estado.
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