segunda-feira, 31 de dezembro de 2018

Excelente 2019

 Que 2.019 te traga saúde plena, amor verdadeiro, amigos leais e tudo o mais que você desejar!!!

Feliz Ano Novo =)

Foto Pinterest

domingo, 16 de dezembro de 2018

Rabanada de Panetone com Vinho do Porto

Foto Rodrigo Azevedo - Reprodução

Ingredientes

1 copo americano de vinho do Porto
1/2 lata de leite condensado
2 ovos
óleo, o suficiente para fritar
4 fatias de panetone
4 bolas de sorvete de creme
1 xícara de chá de calda de chocolate
canela e açúcar a gosto, para decorar

Modo de preparo

Misture o vinho do Porto com o leite condensado. Bata ligeiramente os ovos e coloque o óleo para aquecer em uma frigideira.

Molhe as fatias de panetone na mistura de vinho e leite condensado, passe nos ovos batidos e leve para fritar no óleo. Doure dos dois lados e, em seguida, polvilhe com canela e açúcar.

Sirva a rabanada com uma bola de sorvete de creme.

Eu, que sempre fui fã de rabanada e de panetone, estou curiosa para experimentar essa receita aqui, do restaurante Fratelli, que junta essas delícias ao vinho do Porto =)

sábado, 20 de outubro de 2018

Revivendo a Vida

Mudar de casa não é, apenas, uma tarefa física. E toda mudança envolve, necessariamente, o aspecto emocional.

Deixar para trás tudo o que foi vivido, em um determinado local, não é fácil: a família reunida na hora das refeições; o momento dos ensinamentos dos pais; as festas de aniversários; as férias aproveitadas ao extremo; as festas de fim de ano...

Tanta vida vivida do lado de dentro daquele portão!

Em cada caixa, todas as lembranças foram guardadas, não sem antes serem revisitadas. Algumas, mais uma vez, outras, pela derradeira vez.

Jogos da adolescência, cadernos do colégio, livros da universidade, trabalhos da especialização... Tudo foi revivido, outra vez, e lhe trouxe ótimas recordações.

Os seus olhos encontraram as fotos, registros que a memória, algumas vezes, termina escondendo da realidade: a infância, a adolescência, os primos, a turma do colégio, as formatura, os amores...

Ah, amiga máquina fotográfica, você não é cruel, muito pelo contrário! É  que você captura a vida, naquele determinado momento, geralmente muito feliz, para que ela possa ser revivida posteriormente com novos olhos.

E vieram as saudades dos verões, das viagens, dos amigos que a vida distanciou.

E doeu muito, mais uma vez, as saudades dos entes já mortos. Parecia sentir os aromas e sabores, ouvir os sons, sentir a presença. E as lágrimas rolaram silenciosamente no seu rosto.

À medida que encaixotava os seus pertences, percebeu que ela era uma mulher encantadora, daquele tipo que ela sempre admirou em livros, e, em um estalo, percebeu como ela ainda é encantadora...

E, no meio de tanta coisa, escritos, fotos, objetos, ela percebeu que foi preciso mudar para poder reencontrar a sua essência e voltar a ser ela mesma, mais forte do que nunca.

(Emília Araruna, outubro de 2018)