trazer um sopro de leveza ao meu dia a dia... Sem qualquer pretensão de ser melhor, ou pior, apenas único! Dá uma espiadinha aí abaixo :)
segunda-feira, 8 de julho de 2013
domingo, 7 de julho de 2013
sábado, 6 de julho de 2013
Canja de Galinha Rápida
Foto Reprodução
Ingredientes
1/2
kg de coxinha da asa
1
cebola
4
dentes de alho
1
cenoura grande
1
caldo de galinha
1/2
xícara de arroz
Salsinha
a gosto
1
colher (sopa) de óleo
1
litro e meio de água fervente
Modo de Preparo
Tempere
cada pedaço de frango com um pouco de sal
Na
panela de pressão coloque o óleo, deixe esquentar e acrescente o frango, a cebola
e o alho e o caldo de galinha
Deixe
fritar só um pouco e acrescente a água fervente Coloque
o arroz e a cenoura, experimente o sal e tampe a panela
Depois
que a panela pegar pressão conte 15 a 20 minutos, o cozimento deve ser feito em
fogo médio. Quando
der o tempo de cozimento aguarde a panela perder a pressão, abra acrescente a
salsinha
Esta
receita foi enviada por Izabel C.Hamilko para este site aqui :)
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Amar
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
e o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor, e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede infinita.
Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Diego Velázquez: Obras Perfeitas
Outro dia folheava um livro e me
deparei com belíssimas reproduções de Diego Velázquez...
Em uma exposição dele, há alguns anos,
vi uma tela belíssima, mas não consigo lembrar o nome da obra!!!
Bom... Vou deixar de blá-blá-blá e colocar
algo sobre o pintor e a sua arte que retirei daqui :)
Diego
Rodrigues da Silva y Velázquez
(Sevilha, 6 de Junho
de 1599 — Madrid, 6 de Agosto
de 16603
4
5
6
) foi um pintor espanhol
e principal artista da corte do Rei Filipe IV de Espanha. Era um artista
individualista do período barroco contemporâneo, importante como um retratista7
. Além de inúmeras interpretações de cenas de significado histórico e cultural,
pintou inúmeros retratos da família real espanhola, outras notáveis figuras
europeias e plebeus, culminando na produção de sua obra-prima, Las Meninas
(1656)3
.
Desde o primeiro quarto do século
XIX, a obra de Velázquez foi um modelo para os pintores realistas e impressionistas,
em especial Édouard Manet5
que chegou a afirmar que Velázquez era o "pintor dos pintores"5
. Desde essa época, os artistas mais modernos, incluindo os espanhóis Pablo
Picasso1
e Salvador Dalí, bem como o pintor anglo-irlandês Francis Bacon1
, que homenageou Velázquez recriando várias de suas obras mais famosas.7
A grande maioria dos seus quadros
estão no Museu do Prado
Coroação da Virgem, 1641–42
Retrato eqüestre do Conde-Duque de Olivares, 1634
Santa Rufina, 1630 ou 1640
Vênus olhando-se ao espelho, 1647–51
Las Meninas, 1656
quarta-feira, 3 de julho de 2013
No Silêncios dos Olhos
Em que língua se diz, em que nação,
Em que outra humanidade se aprendeu
A palavra que ordene a confusão
Que neste remoinho se teceu?
Que murmúrio de vento, que dourados
Cantos de ave pousada em altos ramos
Dirão, em som, as coisas que, calados,
No silêncio dos olhos confessamos?
José Saramago - Os Poemas Possíveis
editorial Caminho/Lisboa,1985
editorial Caminho/Lisboa,1985
terça-feira, 2 de julho de 2013
We're In Heaven
Cascada
Oh, thinkin' about all our younger years,
There was only you and me,
We were young and wild and free
Now nothin' can take you away from me
We've been down that road before
But that's over now,
You keep me comin' back for more
Baby, you're all that i want
When you're lyin' here in my arms,
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven
And love is all that i need,
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven
(we're in heaven)
Now nothin' could change what you mean to me uh,
There's lots that I could say
But just hold me now,
Cause our love will light the way
Baby you're all that I want
When you're lyin' here in my arms,
I'm findin' it hard to believe
We're in heaven
And love is all that I need,
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven
Heaven
Now our dreams are comin' true,
Through the good times and the bad,
I'll be standin' there by you
(we're in heaven)
And love is all that I need,
And I found it there in your heart
It isn't too hard to see
We're in heaven
We're in heaven
segunda-feira, 1 de julho de 2013
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